Não sei se vocês estão familiarizados com um número que envia mensagens de um tom intimo, sem que tenhamos alguma vez tido conhecimento com a pessoa, ou entidade, e muito menos feito algum tipo de inscrição, para que o nosso nº privado de telemóvel, pudesse ser do conhecimento de tal entidade. Trata-se do nº 4880 e basta que vocês o coloquem no google para vos aparecer uma enxurrada de casos e denuncias. Aqui ficam alguns dos que visitei:
http://diario.iol.pt/sociedade/mensagem-sms-telemovel-operadoras-tvi24-telefone/1082879-4071.html
Pois bem uma amiga minha, no meio das suas tão esperadas férias com o marido e filha, começou a receber algumas destas mensagens. No início achou que poderia ser eu a brincar com ela (ainda tens que me explicar, porque raios pensaste tu isso!), e não ligou até porque estava fora do país e não estava para gastar dinheiro mal gasto.
Mas de volta das férias e já em Portugal, o tom das mensagens passou a ser mais intimista e provocadora, deixando-a sem perceber quem poderia ser e como é que teriam conseguido o nº dela. Como podem adivinhar assustou-se e telefonou para a TMN a tentar saber se existia maneira de bloquear o dito nº e de quem era. Verdade seja dita, que esta atitude tornou-se infrutífera, gastando rios de dinheiro em passagens de serviço para serviço, para depois chegarem à conclusão que se tinha que deslocar pessoalmente a uma loja TMN.
Depois de não sei quantas mais mensagens e ida e vindas à TMN, porque até com a assinatura dela implicaram, ela acabou por fazer uma reclamação formal que podem ler aqui:
« Em 25-08-2009, dirigi-me à Vossa loja situada no Campo Pequeno e, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 63/2009, de 10 de Março, solicitei o barramento de quaisquer mensagens (SMS/MMS) enviadas pelo número 4880, serviço para o qual eu nem sequer me havia inscrito e não estava interessada.
Na ocasião, os Vossos Serviços não me facultaram uma cópia do pedido apresentado, dizendo-me que tal não era possível mas que iriam resolver o assunto.
Tendo continuado a receber mensagens, cada vez mais, do número em assunto, telefonei para o assistente da TMN (número 1696) expus a situação, tendo sido informada que os Vossos Serviços só podem “barrar futuras activações do número em assunto, estando o serviço já activo nada podem fazer, devendo ligar para o número 707780013 para solicitar o cancelamento do serviço inerente ao número 4880”.
Embora a explicação me parecesse no mínimo estranha, até porque o próprio D.L. 63/2009, de 10 de Março, fala em barrar / desactivar, decidi efectuar o procedimento indicado.
Após várias tentativas frustradas, consegui finalmente, em 27-08-2008, obter ligação para o n.º 70778013, que se revelou ser um Call Center situado nas Amoreiras, e solicitar a dita “desactivação do serviço inerente ao n.º 4880”.
Escusado será dizer que continuei a receber mensagens do número 4880.
Hoje, 28-08-2009, mais uma vez liguei para o n.º 70778013, às 08h 59 m, e expus a situação, tendo-me sido assegurado que desde ontem (dia 27-08-2009 às 15h 35m) o serviço se encontrava desactivado e eu não deveria ter recebido mais mensagens, o que obviamente não foi o que aconteceu!, e que iriam tratar de imediato do assunto
Fui ainda informada pelo Call Center 70778013 que são Vocês, TMN, que uma vez contactados por eles procedem à desactivação do serviço!!!!!
Venho desta forma expressar a minha indignação contra toda esta situação, nomeadamente em relação à forma como Vocês, TMN, tem estado a lidar com todo este assunto, até porque, pelo menos até às 22h 52m do dia 27-8-2009 (ontem) efectivamente continuei a receber SMS do número 4880 !!
A situação é no mínimo escandalosa, até porque não é propriamente recente, segundo pude apurar, no jornal Correio da manhã do dia 18 do corrente mês houve um artigo, onde Vocês, TMN, até participaram, especificamente sobre o situações similares com o número 4880, MAIS UMA RAZÃO PARA RESOLVEREM RAPIDAMENTE ESTAS SITUAÇÕES !!
Pretendo ainda informar que não irei pagar qualquer custo inerente ao número 4880 (seja ele de mensagens recebidas ou enviadas) um serviço que nunca subscrevi !!!
Caso a situação continue, irei apresentar queixa-crime na Policia Judiciária contra o dito serviço inerente ao número 4880, contra o Call Center 707780013 e contra Vocês TMN sem o qual nada disto seria possível !!»
Depois da reclamação formal a minha amiga deixou de de receber as ditas mensagens e já lhe telefonaram não sei quantas vezes da TMN a perguntar se a reclamação apresentada já estava resolvida. A última vez que ligaram, na sexta-feira passada, depois de ela insistir que pretendia saber quando e como tinha aparecido inscrita nesse serviço, continuaram sempre a repetir que ela não pagava as mensagens recebidas (apenas as enviadas), até que lhe desligaram o telefone na cara !!!
No dia anterior tinham-lhe telefonado para um inquérito de qualidade, mais uma vez relacionado com a reclamação apresentada, ela pediu para ser adiado para esta semana porque estava fora a trabalho.
Ela só está à espera que lhe liguem para lhes dizer que não está nada satisfeita, nomeadamente com o facto de lhe desligarem o telefone na cara, face a perguntas que eles sabem perfeitamente as respostas, mas que simplesmente não querem , ou não podem responder. Porque a verdade é que ninguém nos tira da cabeça, que é a própria TMN que fornece os números, uma vez que com o acordo que mantém com a tal entidade, a TMN recebe uma comissão choruda das mensagens de resposta.
Se é assim, escusam de andar a perguntar se a minha amiga está satisfeita, pois não está!!!
Pelos vistos e olhando para trás para toda esta situação rocambolesca, parece que ela só se conseguiu livrar das mensagens, quando ameaçou ir à policia apresentar uma queixa crime !!!
Esperemos que o caso esteja sanado e que não haja nenhum tipo de desenvolvimento triste.
o tentar cumprir com a minha promessa de ter mais tempo para mim e para as coisas que me fazem sentir bem, hoje tentei durante a viagem de comboio, arranjar tempo para ler alguns blogs que sigo e que me seguem. No Blog do
Vocês sabem como todos nós tentamos encaixar as coisas e as pessoas em pequenas caixinhas e rotulá-las, de forma a podermos arrumá-las nas prateleiras e retirá-las quando nos é mais conveniente?
Não sei se por acaso alguma vez aqui comentei, que não gosto nem só um pouco de Francês, mas existe nesta língua, uma palavra, que me diverte e que uso com alguma frequência, porque ela significa muito mais do que a sua tradução literal e na realidade pode descrever tudo aquilo que por vezes admiramos em determinadas pessoas, mas que não sabemos o que é exactamente.
… Daqui a 30 dias eu fosse ficar rica?!
Lisboa, 19 de Outubro de 1929 – Lisboa, 8 de Agosto de 2009
Antes de mais, desculpem ter ficado tanto tempo sem actualizar o blog, mas a verdade é que férias e computador, por mais portátil que seja, não combinam. Contudo estou de volta e com o meu retorno ao dia-a-dia pavoroso, voltaram, as pequenas pérolas que fazem dos meus dias, algo melhor.

Passado poucos minutos, o outro soldado entrou na tenda. Ela não se recordava muito bem deste. Ele atirou-lhe a farda de escuteira, com a qual ela estava vestida, antes do seu rapto. Encheu uma bacia com a água que estava num jarrican perto da mesa e foi ter com ela. Ela encolheu-se e desviou o olhar. Ele apenas a agarrou por um braço e a arrastou até a mesa. Ela sentia-se desconfortável, assim, nua à luz do dia, frente a um homem que desconhecia.
Sou sincera: nunca percebi o ditado popular “Morrer de pé como uma árvore”. Nunca entendi simplesmente, por que não acho que ficar parado, sem nada fazer, sem recorrer a todos os recursos, seja digno. Acho que se deve morrer a lutar e as árvores não o podem fazer. Alguém o tem que fazer por elas. Assim o ditado nada me diz e continuo a achá-lo absurdo.
É impressão minha, vontade de ser mazinha, ou de ter algo para aqui dizer, ou o Elton John está, realmente, cada vez mais, parecido com um Hobbit?!!!!
Um dia destes alguém virá por mim aqui escrever e virá para comunicar aos poucos mas leais leitores que eu morri…
Descalça, com os pés envoltos em meias de algodão, deslocava-me em bicos de pé, pelo corredor. Já passava e muito da minha hora de dormir, mas mesmo assim, adormecer tinha sido algo impossível de fazer naquela noite.
A maioria dos nossos superiores hierárquicos, são-nos tão inferiores?
52 e a decrescer. A contagem diminui minuto a minuto e no entanto parecem minutos do tamanho de horas. Uma ilusão fruto da impaciência, do aborrecimento.
O que haverá na imagem de um Vampiro que me fascine tanto, bem com a uma boa parte da população Mundial?! Basta ver os resultados de bilheteira do Blade, do Entrevista com um Vampiro, Underworld, Crepúsculo, Drácula, ou então do sucesso das séries televisivas Buffy, Moonlight, Angel, True Blood… Já para não falar da literatura.
Na realidade sempre que tenho que explicar um vampiro, não consigo evitar associar a imagem a uma sanguessuga, mas depois penso em todas as minhas recordações sobre o assunto e não consigo evitar fascinar-me de novo. Deixar-me seduzir, tentar compreender e sobretudo, dar um pouco de colinho a uma destas criaturas.
Num fim de tarde, onde o cinzento do céu predominava, um grupo de amigos achou que a cozinha era o local ideal para pôr a conversa em dia. Eu pertenço a esse “grupinho maluco”. E conversa vai, conversa vem sobre pensamentos, ideias, blogs e escritas, eu tive a brilhante ideia (ou talvez não) de sugerir o “convidado do mês” para o blog de uma amiga. Ora após iluminada ideia diz-me ela assim: “Boa! Tu és a primeira convidada!”
Não quero acusar ou defender ninguém e antes de continuar com esta mensagem tenho que confidenciar, que tenho evitado ouvir noticiários nos últimos dias e até lido jornais, simplesmente porque já não aguento com tanta incompetência e ineficácia, tanto dos jornalistas, como do governo, como do Mundo, como de mim, que me sinto impotente para fazer seja o que for para mudar o rumo das coisas. Mas acontece que quando se sai todos os dias para trabalhar e todos os dias se abre a internet, não ser bombardeada com a notícia do momento é impossível e foi o que aconteceu esta manhã.
Abrir uma Livraria/Antiquário/Café-concerto, bem no meio da linda, exótica e misteriosa, Serra de Sintra. Talvez o estabelecimento pudesse vir com um fantasma como extra.
Nunca pensei vir a utilizar as palavras “Excelente trabalho jornalístico” e TVI, na mesma frase, mas eis se não quando, aqui estou eu a fazê-lo.


