Havia uma rapariga que se odiava por ser cega!
Um dia, ela disse ao namorado que se pudesse ver o mundo casava com ele.
Num dia de sorte, alguém lhe doou um par de olhos.
O namorado pergunta: agora que vês, casas comigo?
Ela, chocada porque viu que ele era cego, disse: desculpa mas eu não posso casar contigo, porque és cego!
O namorado afastou-se em lágrimas e apenas lhe respondeu: "CUIDA BEM DOS MEUS OLHOS!"
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Não quis saber! Ontem quando eu e o Fi chegámos a casa pusemos as mãos à obra e começámos a montar a mesa e as cadeiras que eu tinha comprado para a varanda.terça-feira, 2 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Hoje apanhei mais uma...bendito programa da manhã!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Porque vos contei eu isto?!
Bem... Hoje de manhã, enquanto fazia a minha leitura matinal dos jornais, estava a dar na televisão uma rubrica que se chama "Em bom português!", ou algo que o valha. E lá perguntava a repórter, toda contente da vida a fazer o trabalho para o qual é paga, aos incautos que passavam pelas ruas, como é que, segundo o novo acordo ortográfico, se escreve correctamente:
Incorrecto, ou Incorreto
É claro que depois do crime que foi o acordo ortográfico, o correcto é; incorreto.
Mas aqui é que está o problema e o porquê da minha introdução deste texto: eu não sou brasileira e não tenho por isso aquela pronuncia macia de vogais abertas. Eu não abro as vogais por natureza e a verdade, é que se incorrecto se escrever incorreto, para mim não se lê correctamente, porque sem um acento e sem a consoante muda para abrir a vogal, eu irei, incorrectamente, pronunciar a palavra Incorrêto.
É um crime, correcto?!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pois é! Desta vez apanhei um susto grande, não tanto pelo facto de ter estado doente, pois já estive doente muitas vezes, mas nunca estive doente assim.
Assim como?! - Devem estar vocês a perguntar.
Doente sem me poder mexer de forma alguma.
Não era o facto de ter de ficar deitada, na caminha, cházinhos quentes e 3 dias depois estar boa, era não me mexer, ao ponto do respirar doer até trazer lágrimas aos olhos. Deitar?! Só numa única posição, entupida de analgésicos de todos os tipos, antibiótico e para completar um anti-inflamatório.
A única posição minimamente confortável, era deitada de barriga para o céu, no chão, ou sentada direita no sofá e mesmo assim, respirar doía. Percebem o que quero dizer?!
Claro que não percebem, se eu não o tivesse vivido, também não ia perceber.
Mas o que raios tive eu?! Pois bem! Começou com uma pequena dor nas costas que ignorei. Pensei comigo mesmo que teria dormido torta e que tinha que passar a estar mais direita no sofá, mas depois dessa pequena dor, respirar fundo começou a doer. Como eu não sou de ficar quieta, ainda ajudei a transportar o móvel da sala que finalmente veio para cá para casa, 3 andares porque os elevadores não funcionam (outra coisa que tenho de contar), e toca de fazer a limpeza geral do lar, porque eu odeio desarrumação.
Nessa noite, o respirar já era quase insuportável, dormir nem ver, e vai de passar uma pomadinha nas costas para ver se aquilo passava.
Foi um jeito!
Dizia eu a quem me via contorcer de dores. Mas foi um jeito que num belo Sábado há 15 dias atrás, na festa de aniversário da Evinha (a minha nova sobrinha - sobrinha do meu maridão), eu mal consegui comer, quanto mais conhecer o resto das pessoas e onde sorrir era um esforço hercúleo.
Quando quase todos se tinham ido embora e depois de ajudar a cunhada do Filipe, (o meu mais que tudo....tenho tanto para contar!) que estava na altura na eminência de ter a minha afilhada a qualquer momento, a arrumar a cozinha, as lágrimas vieram-me aos olhos e pedi ao Fi que me levasse ao hospital que não aguentava mais.
No Hospital drogaram-me com mil coisas para me tirar as dores e foi aí que recebi como receita, descanso absoluto, um anti-inflamatório, três analgésicos que me obrigavam a estar a tomar medicamentos de 2 em duas horas e saquinho de água quente na ruptura dos músculos intra-costais, que fiz sem saber como!
Mas isso foi Sol de pouca dura. Mais uma noite sem dormir. Descanso no Domingo e na Segunda-Feira toca de ir trabalhar. E quem conseguia trabalhar? Olhar para o pc doía, respirar doía, falar doía, tudo doía. Ao ver a minha cara e ao aperceber-se do meu esforço, a minha colega aconselhou-me:
Se vires que continuas assim depois do almoço não voltes!
E não voltei. Almocei com o marido, mas a caminho do emprego, mal conseguia segurar no volante. Toca a dar meia volta e vai para casa, deitar no chão a olhar para o tecto, porque virar não conseguia, respirar doía.
Nessa madrugada, acabei por gritar pois não conseguia mais engolir os gritos de dor que se dissipavam pelo corpo. O Fi ajuda-me a vestir, a calçar a pentear a lavar os dentes e vai comigo para o Hospital. No Hospital dizem-me que ouviram no meio da auscultação da minha respiração (acto que fazia de forma cada vez mais espaçada, pois doía), algo que não gostaram, por isso toca a drogar-me de novo para DIMINUIR as dores, chamam ambulância e vou de toque para o Hospital da Feira para poder fazer um Raio-X, que àquela hora, não se pode fazer no Hospital de S. João da Madeira.
No Raio-X, lá mostra uma inflamação nos brônquios, já bastante alastrada, para além da inflamação dos músculos que anda hoje não faço ideia de como a fiz.
Conclusão Mais de uma semana em casa, sem dormir, sem me mexer e quase não ficava boa, para ir ao baptizado do meu sobrinho lindo no Domingo dia 10.
Hoje ainda não estou perfeita e respirar fundo ainda dói como tudo, mas pelo menos já estou a trabalhar, fui ao baptizado, a minha sobrinha mais novinha e afilhada já nasceu e é linda e já consigo respirar sem chorar.
Continuo a questionar-me é como é que raios eu fiquei doente assim?!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Sabem quando parece (mesmo quando não se acredita) que nos lançaram um mau olhado?!
Alguém o deve ter feito...
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Hoje quando cheguei ao correio tinha um papel amarelo dobrado em dois onde se destacava a palavra AVISO.
Peguei no dito papel e comecei, atentamente a ler:
AVISO
Pede-se o favor de terem mais cuidado com os ruídos íntimos, tanto da cama como os barulhos pessoais.
Devido a ser um prédio em que facilmente se ouve o barulho entre as casas, agradece-se a atenção ao conversar em horário de silêncio, pois ouve-se nos vizinhos as conversas.
Obrigada pela atenção.
Ora aqui começou a tal vontade de rir de que já falei no início, pois estes dois pequenos parágrafos, foram escritos a computador e ocupavam, no seu tamanho garrafal, toda uma página A4.
No entanto, uma resposta para esta senhora, saltou de imediato da minha mente para a ponta da minha caneta.
Cara Vizinha
Sem qualuqer necessidade de tentar que esta misiva envele num ardilo de tentativa de parecer um Aviso Oficial, aqui lhe escrevo com a minha letra pessoal e totalmente disposta a dar-lhe a resposta que merece.
Num prédio onde às 6 da manhã se ouvem os motores dos autocarros da rodoviária em tom alto e incomodativo (servindo o mesmo como um despertador diário), num prédio onde os vizinhos se escondem para não terem de dar os "Bons Dias", num prédio onde as portas das escadas fazem um barulho ensurdecedor a toda a hora, 24 horas por dia, num prédio onde não se tem elevadores por falta de cumprimento de contratos passados, com toda a certeza que não será a convivência normal de um casal com mais de trinta anos e sem filhos, que a irá, realmente, incomodar. A não ser, é claro, que a senhora sofra de algum tipo de trauma por ausência de vida pessoal, tão grave, que a vida dos outros, que se passa no interior dos seus lares, no recato que esse cubo de 6 paredes lhes dá, ganhe importância tão relevante.
Não fazemos barulho fora de horas, não subimos nem descemos escadas como um bando de potros selvagens, não falamos alto com regularidade, não fazemos obras, arrastamos móveis, ou pregamos pregos fora de horas. Assim sendo, todos e qualquer ruído que possamos, inadvertidamente, causar, são de ordem privada e, certamente, não são assim tão recorrentes que possam, realmente, causar transtorno tão grande que levem à escrita de AVISOS.
Os vizinhos, por uma questão de cortesia e educação, não "avisam", mas sim falam e pedem e este tipo de atitude apenas a deixam com um valor diminuido e fazem do seu AVISO, motivo de chacota.
Agora que o seu AVISO já teve resposta, mais que merecedora, termino.
Sem outro assunto e certa de que este ficou difinitivamente encerrado (até porque acredito que a senhora tenha mais o que fazer), subscrevo-me com a mais elevada consideração.
Atentamente,
Da sua vizinha avisada.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Existem algumas coisas que me fazem confusão e vocês, apesar de já não saberem de mim há mais de um ano, sabem isso melhor que muitos outros.domingo, 11 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Há muito tempo que não conto nada sobre ti. Creio que desde a minha resolução de ano novo, que isso se tornou um pouco complicado.
Complicado porque é muito difícil viver e respirar a tua presença, sabendo que vou ter de deixar de ser uma presença constante e imutável na tua vida, no teu dia-a-dia. E eu sofro, sofro muito com isso, mas é algo que tem de ser.
Lamento muito meu amor, filha do meu coração, mas a tia precisa de sair para puder ser algo que, realmente, possas admirar.
Amar-te-hei para todo o sempre.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Eu só conheço uma forma de amar e essa é a mais simples e a mais desinteressantes de todas: a da entrega total. Quando se ama temos obrigação de ser tudo, de sermos por inteiro aquilo que o outro precisa de nós.
É impossível para mim, pensar em amar por metade, por um terço, ou por qualquer outra fracção matemática da matéria. Sim porque o amor é massa, é algo palpável, algo que se sente, algo se dá e recebe e logo, deveria estar sobre as regras da física por todos conhecidas. Mas não está. E não está porque ele não respeita essas divisões materiais. O amor em vez de ser uma massa que diminuiu durante uma divisão, é uma massa que vai aumentando, que se vai multiplicando e expoenciando. Quantos mais divisores tivermos nesta fracção, mais dividendos se vão encontrando.
O amor acumula, damos 100% a todos os que precisam, a todos os que amamos, porque é impossível, amar por bocados e é impossível não poder amar mais.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
- Acho que já te desejava, mesmo antes de sentir qualquer desejo.
- Mas eu sou tua escrava pela violência do amor, apesar ser livre pela graça do meu berço.
- Então eu serei teu mestre e teu servo.
- Ambos devemos obediência a nós, como casal, como organismo vivo e autónomo e nada mais.
- Isso é um compromisso com o qual me sinto confortável!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ela estava a chorar. Não caíam lágrimas, porém ele conseguia vê-las, via-as inundarem o peito da sua amada, a encherem o seu pulmão, a asfixiarem-na de mansinho, a darem um nó na sua garganta, a taparem os seus ouvidos, a matarem-na.
Teve vontade de a beijar, de sorver cada gota daquele líquido límpido e salgado que tanto a angustiava. Teve vontade de a abraçar, de a abraçar com tanta força que a tornaria parte de si, um único ser indivisível, para sempre juntos, para sempre, eternamente, um.










