Existem coisas, que o ser humano faz, que me deixam sem qualquer outra alternativa se não gritar de indignação, com toda a força dos meus pulmões.
Se eu acho a tourada um espectáculo bárbaro, onde os touros não pediram para ali estar e no entanto, o seu sofrimento é o ponto alto de um espectáculo de massas, imaginem o que eu sinto quando vejo estas imagens num documentário e mais tarde num e-mail que me foi enviado.
Sempre tive em conta que os países nórdicos eram países civilizados e muito racionais. Que evoluíram do Vikings e se tornaram nas civilizações mais pacíficas e organizadas do planeta, mas quando me identificam este local como sendo a Dinamarca, tenho logo que pensar, que algo vai muito podre naquele reino.
Numa determinada altura do ano, o mar, numa pequena aldeia piscatória na Dinamarca, mais precisamente na Ilha Faroé, fica vermelho. No entanto não é devido a efeitos especiais, ou a qualquer outro fenómeno climatérico estranho e sem explicação. Deve-se à crueldade com que os seres humanos (supostamente seres racionais e civilizados) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos Golfinhos Calderon, também conhecidos como Grampus Griseus e Golfinho-de-Risso.
Isto acontece ano após ano e participam deste massacre, maioritariamente, jovens homens. Por quê? Porque supostamente, através deste acto irracional, os mancebos demonstram que atingiram a idade adulta e que não podem mais ser considerados crianças.
A verdade é que todos participam deste triste espectáculo: os que
vão lá para assistir; os que vão para matar; os que organizam; os que incitam; nós que nada fazemos para terminar com este bárbaro costume.
O golfinho Calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, aproxima-se do homem, com o exclusivo objectivo de interagir e brincar. Os golfinhos são uma espécie que mesmo em liberdade, tal como os animais domesticados, gostam de brincar e travar amizade com os humanos.
Mas o que mais me repugna é a forma lenta e cruel com que ele são mortos. A forma como o fazem, não os mata instantaneamente. Estes cetáceos são cortados diversas vezes, com ganchos grossos. Segundo parece, o som que os golfinhos lançam no ar, nesse momento é estridente e, confiando em relatos de pessoas que já observaram tal barbárie, assemelha-se muito ao choro de um recém-nascido.
O processo repete-se as vezes necessárias e, durante todo esse tempo de tentativas, o golfinho sofre e não existe qualquer tipo de compaixão. Este dócil ser, sangra, lentamente, e sofre com as dores provocadas pelas feridas enormes, até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.
No fim da matança, os Heróis, passam, finalmente, a ser adultos.
Homens racionais e prontos para as adversidades do dia a dia, uma vez que a sua maturidade, ficou, inequivocamente comprovada, através desta exaustiva demonstração.
Creio que já existe demasiada violência no Mundo, para que seja necessário continuar a compactuar com este espectáculo triste e deplorável.
Está na hora de fazermos algo, a mais não seja, denunciando este filme de terror a todos aqueles que ainda não tenham conhecimento.
Talvez assim, seja possível criar uma onda de indignação que comova o governo Dinamarquês e o demova de continuar a tolerar
este genocídio (sim utilizei a palavra genocídio para a morte de uma espécie animal, porque para mim, todos os que habitam o planeta merecem ser tratados de igual forma: todos merecem respeito, todos merecem viver em paz)
Nota: caso queiram saber as características científicas deste lindo animal, aqui estão:
Nome Cientifico: Grampus griseus
Características: É relativamente fácil identificar golfinhos de Risso no mar, em particular quando são mais velhos. Parece que foram "atacados pela artilharia"., com cicatrizes corporais extensivas causadas pelos dentes de outros golfinhos de Risso e, em menor escala, por confrontações com lulas.
A sua cabeça é arredondada e não possui bico. Este golfinho pode medir entre 3,60 a 4m de comprimento.
O corpo tem tendência a clarear com a idade, se bem que haja grandes variantes entre indivíduos: os adultos podem ser quase tão brancos como golfinhos-brancos ou tão escuros como baleias-piloto.
À distância, a barbatana dorsal alta pode induzir momentaneamente à confusão com orcas fêmeas ou jovens ou roazes-corvineiros.
O golfinho de Risso tem um sulco frontal no centro da testa, correndo do espiráculo ao "lábio" superior; é visível de perto e é peculiar a esta espécie.
Por vezes vêem-se golfinhos de Risso agrupados com outras espécies de golfinhos e com baleias-piloto.
Barbatana Caudal
Cabeça de Animal Velho
Comportamento: Sabe-se que os animais jovens saltam; os animais mais velhos têm tendência para dar meio-salto, batendo depois com o lado da cabeça na superfície.
Por vezes eleva bem a cabeça para "espiar", ficando as barbatanas peitorais expostas.
Pode dar "batimentos caudais e peitorais" e faz surf nas vagas.
É raro "acompanhar à proa", mas pode nadar ao lado de um navio ou no seu rasto.
É típico mergulhar durante 1 a 2 minutos, depois sobe e respira uma dúzia de vezes com intervalos entre 15 e 20 segundos; pode ficar debaixo de água até 30 minutos.
Barbatana caudal pode aparecer acima da superfície quando mergulha.
Às vezes nada "saltitando".
Pode emergir para respirar num ângulo de 45º.
Quando caçam, os grupos estendem-se por vezes numa longa linha. Alguns são grupos muito tímidos, mas outros deixam-se aproximar.
Distribuição: Bastante abundante, a distribuição é ampla. Prefere as águas profundas do largo, mas pode ser visto perto da costa em volta de ilhas oceânicas e onde haja uma estreita plataforma continental.
Na Grã-Bretanha e Irlanda, maioria dos registos dentro dos 8 km costeiros. Nos EUA, encontrado sobretudo perto do extremo da plataforma.
Presente durante todo o ano na maior parte da área, apesar de poder haver um movimento sazonal costa/largo em algumas áreas.
Encontrado por vezes em regiões mais frias durante os meses de Verão.
Alimentação: cefalópodes, por vezes peixes.
http://www.golfinhos.net/pt/portal/especies/familia-dos-golfinhos/golfinho-de-risso.html
Não sei se vocês estão familiarizados com um número que envia mensagens de um tom intimo, sem que tenhamos alguma vez tido conhecimento com a pessoa, ou entidade, e muito menos feito algum tipo de inscrição, para que o nosso nº privado de telemóvel, pudesse ser do conhecimento de tal entidade. Trata-se do nº 4880 e basta que vocês o coloquem no google para vos aparecer uma enxurrada de casos e denuncias. Aqui ficam alguns dos que visitei:
o tentar cumprir com a minha promessa de ter mais tempo para mim e para as coisas que me fazem sentir bem, hoje tentei durante a viagem de comboio, arranjar tempo para ler alguns blogs que sigo e que me seguem. No Blog do
Vocês sabem como todos nós tentamos encaixar as coisas e as pessoas em pequenas caixinhas e rotulá-las, de forma a podermos arrumá-las nas prateleiras e retirá-las quando nos é mais conveniente?
Não sei se por acaso alguma vez aqui comentei, que não gosto nem só um pouco de Francês, mas existe nesta língua, uma palavra, que me diverte e que uso com alguma frequência, porque ela significa muito mais do que a sua tradução literal e na realidade pode descrever tudo aquilo que por vezes admiramos em determinadas pessoas, mas que não sabemos o que é exactamente.
… Daqui a 30 dias eu fosse ficar rica?!
Lisboa, 19 de Outubro de 1929 – Lisboa, 8 de Agosto de 2009
Antes de mais, desculpem ter ficado tanto tempo sem actualizar o blog, mas a verdade é que férias e computador, por mais portátil que seja, não combinam. Contudo estou de volta e com o meu retorno ao dia-a-dia pavoroso, voltaram, as pequenas pérolas que fazem dos meus dias, algo melhor.

Passado poucos minutos, o outro soldado entrou na tenda. Ela não se recordava muito bem deste. Ele atirou-lhe a farda de escuteira, com a qual ela estava vestida, antes do seu rapto. Encheu uma bacia com a água que estava num jarrican perto da mesa e foi ter com ela. Ela encolheu-se e desviou o olhar. Ele apenas a agarrou por um braço e a arrastou até a mesa. Ela sentia-se desconfortável, assim, nua à luz do dia, frente a um homem que desconhecia.
Sou sincera: nunca percebi o ditado popular “Morrer de pé como uma árvore”. Nunca entendi simplesmente, por que não acho que ficar parado, sem nada fazer, sem recorrer a todos os recursos, seja digno. Acho que se deve morrer a lutar e as árvores não o podem fazer. Alguém o tem que fazer por elas. Assim o ditado nada me diz e continuo a achá-lo absurdo.
É impressão minha, vontade de ser mazinha, ou de ter algo para aqui dizer, ou o Elton John está, realmente, cada vez mais, parecido com um Hobbit?!!!!
Um dia destes alguém virá por mim aqui escrever e virá para comunicar aos poucos mas leais leitores que eu morri…
Descalça, com os pés envoltos em meias de algodão, deslocava-me em bicos de pé, pelo corredor. Já passava e muito da minha hora de dormir, mas mesmo assim, adormecer tinha sido algo impossível de fazer naquela noite.
A maioria dos nossos superiores hierárquicos, são-nos tão inferiores?
52 e a decrescer. A contagem diminui minuto a minuto e no entanto parecem minutos do tamanho de horas. Uma ilusão fruto da impaciência, do aborrecimento.
O que haverá na imagem de um Vampiro que me fascine tanto, bem com a uma boa parte da população Mundial?! Basta ver os resultados de bilheteira do Blade, do Entrevista com um Vampiro, Underworld, Crepúsculo, Drácula, ou então do sucesso das séries televisivas Buffy, Moonlight, Angel, True Blood… Já para não falar da literatura.
Na realidade sempre que tenho que explicar um vampiro, não consigo evitar associar a imagem a uma sanguessuga, mas depois penso em todas as minhas recordações sobre o assunto e não consigo evitar fascinar-me de novo. Deixar-me seduzir, tentar compreender e sobretudo, dar um pouco de colinho a uma destas criaturas.
Num fim de tarde, onde o cinzento do céu predominava, um grupo de amigos achou que a cozinha era o local ideal para pôr a conversa em dia. Eu pertenço a esse “grupinho maluco”. E conversa vai, conversa vem sobre pensamentos, ideias, blogs e escritas, eu tive a brilhante ideia (ou talvez não) de sugerir o “convidado do mês” para o blog de uma amiga. Ora após iluminada ideia diz-me ela assim: “Boa! Tu és a primeira convidada!”


