… Simplesmente, não quero estar aqui!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
«O tempo só é tortura para quem não tem mais que fazer ao tempo. - piloto automático»
terça-feira, 20 de setembro de 2011

E se eu mudasse o aspecto do meu blog?!
Ando com vontade de renovar e mudar a decoração da casa fica muito caro... talvez esteja numa fase mais "Steampunk".
Gosto muito desse estilo, faz muito parte da minha personalidade: moderno, futurista, mas com um jeitinho antiquado, romântico, estilizado.
Talvez seja a idade a pesar.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
É em dias como estes que eu acho que se perdeu tempo de vida, sem se ganhar recordações, ensinamentos, vivências válidas e ainda por cima fico com um feitio horrível, pois odeio não ser produtiva e odeio, ainda mais, ser má e/ou agressiva, comportamento que me surge, sempre que estou irritada.
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Apenas aquilo que gostamos é que nos sai naturalmente, pelo que não percebo para que serve a aplicação, quando é preciso inspiração?!
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Testamento
Um azul cerúleo para voar alto.
Um azul cobalto para a felicidade.
Um azul ultramarino para estimular o espírito.
Um vermelhão para o sangue circular alegremente.
Um verde musgo para apaziguar os nervos.
Um amarelo ouro: riqueza.
Um violeta cobalto para o sonho.
Um garança para deixar ouvir o violoncelo.
Um amarelo barife: ficção científica e brilho; resplendor.
Um ocre amarelo para aceitar a terra.
Um verde veronese para a memória da primavera.
Um anil para poder afinar o espírito com a tempestade.
Um laranja para exercitar a visão de um limoeiro ao longe.
Um amarelo limão para o encanto.
Um branco puro: pureza.
Terra de siena natural: a transmutação do ouro.
Um preto sumptuoso para ver Ticiano.
Um terra de sombra natural para aceitar melhor a melancolia negra.
Um terra de siena queimada para o sentimento de duração.
Maria Helena Vieira da Silva
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Trato-as assim porque neste texto e no que fui acusada, tornava-se imperativo diferenciar e as palavras "Negro" e "Preto", não só não correspondem a uma verdade física, biológica, ou fisiológica (pois ninguém é negro ou preto), mas também porque são termos que foram amplamente usados para depreciar e menosprezar as pessoas que têm um tom de pele mais escuro, mais próximo do chocolate e mais longe da minha cor lívida e sem graça de anúncio à Neoblanc.
Por exemplo, a mesma pessoa que me acusou de tal mentira, acha o máximo o novo acordo ortográfico e faz publicidade do mesmo, o que no meu caso, nunca virá a ser aceite, mesmo quando for obrigatório. Irei remar contra a maré, pois o português, que ela chama como europeu (para mim, é apenas Português e o original, pois não conheço outro país europeu que o fale), é a minha língua. Nada tenho contra a introdução de novas palavras, acho gratificante quando uma língua (porque é um organismo vivo) cresce e evolui e aumenta a sua expressividade, mas não concordo com a sua perda de identidade apenas porque os outros países que adoptaram a nossa a língua a decidiram deturpar. Irei escrever todas as consoantes mudas, continuarei a pronunciar os "C's" de FACTO, de ACTOR, de ACTO e de ACÇÃO (sim porque a maioria dos portugueses os pronuncia, mesmo que seja de uma forma dissimulada). Mas não me quero perder neste assunto, pois por mim, farmácia ainda se devia escrever com PH e já não é do meu tempo.
Vivi num país em guerra, ouvi gente a ser fuzilada e fugi de tiros nas ruas, escondendo-me atrás de carros e correndo para o prédio onde morava (7 andares sem elevador, pois este havia sido transformado num depósito de lixo), porque ficava já ao virar da esquina. Ajudei a minha mãe a fazer pão e massa para pão para mais de 2 meses, simplesmente porque naquele dia se tinha conseguido farinha, e não se sabia quando é que voltaria a haver e então tinha de se congelar e aproveitar ao máximo o que se arranjava.
A minha mãe fantasiava muito, tentava moldar, toldar as nossas recordações como sendo meras aventuras que teríamos para contar mais tarde. E eram, de certa forma eram. Mas eram mais do que isso, eram uma realidade dura, cruel e feia, onde o pior do ser humano mostrava as suas cores. Os meus pais não abandonaram Angola depois da Independência e eu nasci lá e vivi lá, pós era colonialista e conheci em primeira mão, o que ela era antes e no que se veio a tornar depois, com os meus olhos, com a minha pele, com os meus ouvidos, com a minha boca, com o meu nariz.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Havia uma rapariga que se odiava por ser cega!
Um dia, ela disse ao namorado que se pudesse ver o mundo casava com ele.
Num dia de sorte, alguém lhe doou um par de olhos.
O namorado pergunta: agora que vês, casas comigo?
Ela, chocada porque viu que ele era cego, disse: desculpa mas eu não posso casar contigo, porque és cego!
O namorado afastou-se em lágrimas e apenas lhe respondeu: "CUIDA BEM DOS MEUS OLHOS!"
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Não quis saber! Ontem quando eu e o Fi chegámos a casa pusemos as mãos à obra e começámos a montar a mesa e as cadeiras que eu tinha comprado para a varanda.terça-feira, 2 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Hoje apanhei mais uma...bendito programa da manhã!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Porque vos contei eu isto?!
Bem... Hoje de manhã, enquanto fazia a minha leitura matinal dos jornais, estava a dar na televisão uma rubrica que se chama "Em bom português!", ou algo que o valha. E lá perguntava a repórter, toda contente da vida a fazer o trabalho para o qual é paga, aos incautos que passavam pelas ruas, como é que, segundo o novo acordo ortográfico, se escreve correctamente:
Incorrecto, ou Incorreto
É claro que depois do crime que foi o acordo ortográfico, o correcto é; incorreto.
Mas aqui é que está o problema e o porquê da minha introdução deste texto: eu não sou brasileira e não tenho por isso aquela pronuncia macia de vogais abertas. Eu não abro as vogais por natureza e a verdade, é que se incorrecto se escrever incorreto, para mim não se lê correctamente, porque sem um acento e sem a consoante muda para abrir a vogal, eu irei, incorrectamente, pronunciar a palavra Incorrêto.
É um crime, correcto?!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pois é! Desta vez apanhei um susto grande, não tanto pelo facto de ter estado doente, pois já estive doente muitas vezes, mas nunca estive doente assim.
Assim como?! - Devem estar vocês a perguntar.
Doente sem me poder mexer de forma alguma.
Não era o facto de ter de ficar deitada, na caminha, cházinhos quentes e 3 dias depois estar boa, era não me mexer, ao ponto do respirar doer até trazer lágrimas aos olhos. Deitar?! Só numa única posição, entupida de analgésicos de todos os tipos, antibiótico e para completar um anti-inflamatório.
A única posição minimamente confortável, era deitada de barriga para o céu, no chão, ou sentada direita no sofá e mesmo assim, respirar doía. Percebem o que quero dizer?!
Claro que não percebem, se eu não o tivesse vivido, também não ia perceber.
Mas o que raios tive eu?! Pois bem! Começou com uma pequena dor nas costas que ignorei. Pensei comigo mesmo que teria dormido torta e que tinha que passar a estar mais direita no sofá, mas depois dessa pequena dor, respirar fundo começou a doer. Como eu não sou de ficar quieta, ainda ajudei a transportar o móvel da sala que finalmente veio para cá para casa, 3 andares porque os elevadores não funcionam (outra coisa que tenho de contar), e toca de fazer a limpeza geral do lar, porque eu odeio desarrumação.
Nessa noite, o respirar já era quase insuportável, dormir nem ver, e vai de passar uma pomadinha nas costas para ver se aquilo passava.
Foi um jeito!
Dizia eu a quem me via contorcer de dores. Mas foi um jeito que num belo Sábado há 15 dias atrás, na festa de aniversário da Evinha (a minha nova sobrinha - sobrinha do meu maridão), eu mal consegui comer, quanto mais conhecer o resto das pessoas e onde sorrir era um esforço hercúleo.
Quando quase todos se tinham ido embora e depois de ajudar a cunhada do Filipe, (o meu mais que tudo....tenho tanto para contar!) que estava na altura na eminência de ter a minha afilhada a qualquer momento, a arrumar a cozinha, as lágrimas vieram-me aos olhos e pedi ao Fi que me levasse ao hospital que não aguentava mais.
No Hospital drogaram-me com mil coisas para me tirar as dores e foi aí que recebi como receita, descanso absoluto, um anti-inflamatório, três analgésicos que me obrigavam a estar a tomar medicamentos de 2 em duas horas e saquinho de água quente na ruptura dos músculos intra-costais, que fiz sem saber como!
Mas isso foi Sol de pouca dura. Mais uma noite sem dormir. Descanso no Domingo e na Segunda-Feira toca de ir trabalhar. E quem conseguia trabalhar? Olhar para o pc doía, respirar doía, falar doía, tudo doía. Ao ver a minha cara e ao aperceber-se do meu esforço, a minha colega aconselhou-me:
Se vires que continuas assim depois do almoço não voltes!
E não voltei. Almocei com o marido, mas a caminho do emprego, mal conseguia segurar no volante. Toca a dar meia volta e vai para casa, deitar no chão a olhar para o tecto, porque virar não conseguia, respirar doía.
Nessa madrugada, acabei por gritar pois não conseguia mais engolir os gritos de dor que se dissipavam pelo corpo. O Fi ajuda-me a vestir, a calçar a pentear a lavar os dentes e vai comigo para o Hospital. No Hospital dizem-me que ouviram no meio da auscultação da minha respiração (acto que fazia de forma cada vez mais espaçada, pois doía), algo que não gostaram, por isso toca a drogar-me de novo para DIMINUIR as dores, chamam ambulância e vou de toque para o Hospital da Feira para poder fazer um Raio-X, que àquela hora, não se pode fazer no Hospital de S. João da Madeira.
No Raio-X, lá mostra uma inflamação nos brônquios, já bastante alastrada, para além da inflamação dos músculos que anda hoje não faço ideia de como a fiz.
Conclusão Mais de uma semana em casa, sem dormir, sem me mexer e quase não ficava boa, para ir ao baptizado do meu sobrinho lindo no Domingo dia 10.
Hoje ainda não estou perfeita e respirar fundo ainda dói como tudo, mas pelo menos já estou a trabalhar, fui ao baptizado, a minha sobrinha mais novinha e afilhada já nasceu e é linda e já consigo respirar sem chorar.
Continuo a questionar-me é como é que raios eu fiquei doente assim?!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Sabem quando parece (mesmo quando não se acredita) que nos lançaram um mau olhado?!
Alguém o deve ter feito...
















