sábado, 22 de fevereiro de 2014

Não sei se vocês já ouviram falar de um estilo de decoração chamado Industrial Vintage (é engraçado pois dá para Inglês e Português...lol).

Se não ouviram eu vou dizer-vos do que se trata:


1 - Vão até à fábrica devoluta mais próxima de vocês, durante a noite e encapuçados, retirem os melhores móveis de escritório que lá estiverem, cadeiras e bancadas e até mesmo as rodas dentadas e portas de cacifo.



2 - Levem para casa, lixem, e envernizem as madeiras.

3 - Lixem e preparem os metais e pintem de preto ou deixem ficar como estiverem.

4 - Coloquem rodas pretas de tamanhos variados dependendo do que pretendem fazer.

5 - Decorem com as rodas dentadas ou façam candeeiros onde eles sejam a peça central.. esqueci-me de vos dizer para tirarem das fábricas todas as luzes e candeeiros? Esqueci, podem tirar também. (mais vale tarde que nunca!).

6 - Raspem as portas de cacifo e pintem com pouca tinta frases inspiradoras e usem como quadros de decoração.

E pronto estes são os básicos do Estilo Industrial Vintage. Depois se não quiserem as velharias na vossa casa (eu pessoalmente acho que têm algum charme), vendam-nos como móveis novos a preços exorbitantes e fiquem ricos.

Vejam as fotos do álbum, para ficarem com uma ideia mais clara.









































































































sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sem palavras...
Sabem o post aqui coloquei ontem?! Bem, entre ter de tomar conta das exigências de um menino de 7 meses, de uma casa para organizar, almoços e jantares para fazer, compras da semana e visita dos sogros, lá arranjei tempo para ir dando os apontamentos finais aqui ao blog, apesar de ainda estar longe de estar acabado.

- Já agora se alguém souber como é que se coloca a Navbar neste modelo, por favor envie um email, pois já experimentei quase todos os truques. -

Contudo, voltar à lides informáticas e redescobrir como se programa e afins, fiquei com uma enorme vontade de ir para fora no fim-de-semana, de escapulir por 3 dias sem nada ao redor, nem telemóveis. Quem me dera poder fazê-lo, seria óptimo. 

Mas como não o posso fazer na vida real, pude fazê-lo surfando um pouco na net e encontrei num dos sites que visito regularmente (Desire to Inspire), um lugar que me fez relaxar mesmo sem sair do sofá.

As imagens que vão ver de seguida, são de uma casa nas montanhas na Austrália, decorada pela Kali Cavanagh, e aqui podem encontrar o tal estilo Industrial Vintage de que falei no Facebook e que atempadamente, (talvez hoje), coloque aqui também.

Apesar do estilo ser predominantemente masculino, eu acho muito confortável e relaxante. Odiaria ir para uma casa nas montanhas, perdido no meio de nada e ter de levar com paredes brancas, lençóis às florzinhas e cortinados patchwork.

Deliciem-se como eu e quem sabe, marquem as próximas férias. A casa chama-se Vintage House Daylesford.



















quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O meu blog tem estado muito parado, pois houve muitas alterações na minha vida e, por essa mesma razão, não consegui actualizar este espaço como desejava.

Contudo, tal como a minha vida, a minha casa e os meus sentimentos estão todos a ser remodelados, também este cantinho está a mudar de imagem, indo de encontro a uma forma muito mais simples e directa de viver (neste caso, de ler), que eu tenho estado a procurar de forma exaustiva.

Peço desculpa por links que não funcionem, ou por constantes mudanças de visual. Tudo leva o seu tempo e peço um pouco de paciência.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A lua nasceu e cresceu no além
A noite surgiu também
Faz ó ó, meu amor, porque eu velo por ti
Só aos anjos a lua sorri

Tu verás, meu amor, como é bom sonhos ter
Deus te dê os melhores que houver
Faz ó ó, meu amor, porque eu velo por ti
Só aos anjos a lua sorri

E tens porque eu sei e roguei ao Senhor
Um sonho de paz e amor
Meu amor, vai dormir, vai dormir e sonhar
Deixa a lua sorrir lá no ar

Tu verás, meu amor, como é bom sonhos ter
Deus te dê os melhores que houver
Faz ó ó, meu amor, porque eu velo por ti
Só aos anjos a lua sorri

terça-feira, 7 de maio de 2013


Completo na 4ª-Feira 31 semanas de gestação, que irá ser celebrada com a eco do 3º Trimestre. Isto quer dizer que vou entrar nas últimas 10 semanas de gestação.Sinto-me como um elefante prestes a parir outro elefante, sim porque na consulta de ontem ficou claro que o Gui vai ser um recém nascido grande, uma vez que já vai com 1,850kg  e talvez por isso mesmo eu já me sinto muito, mas mesmo muito grávida. 

Já entrei naquela fase (há algum tempo) do 3º trimestre (para a maioria das mulheres), onde ficamos cada vez mais anti-sociais, cansadas e preguiçosas. Apenas me apetece estar em casa a nidificar, a dobrar a roupinha, a arrumar gavetas e a pensar como é que vou arranjar energias para acabar a decoração do quarto. Hoje vou desmontar a cama de casal que lá está e preparar as paredes para receber a tinta. Já tenho a alcofa (bercinho dos primeiros dois meses), pronto a ser montado e estou quase a terminar o candeeiro do berçário e ainda não está pronto porque não arranjo o cesto certo para o balão de ar quente que levará o Guilherme a aventuras fantásticas pelos céus do maravilhoso planeta Terra e quem sabe, se o meu sonho parvo que tive há 3 semanas se vier a concretizar, incentivá-lo a ser um homem de acção, ligado às descobertas de novas fronteiras, talvez um piloto de aviões, ou quem sabe de naves espaciais.

Senti na semana passada as primeiras contracções de Braxton-Hicks, ou para quem não sabe, as contracções que o corpo da mulher grávida vai tendo, para que o útero comece a treinar para as verdadeiras e dolorosas que nos aguardam.

Mas o melhor de tudo é que sei, porque sinto e porque os senhores doutores vão dizendo, que está tudo bem contigo. Sinto-te a mexer alegremente dentro da minha barriga, numa tentativa de indo arranjar mais espaço nesse casulo protector que a natureza criou e sorrio cada vez que soluças, pois fazes-me cócegas e mesmo as noites mal dormidas por essa tua mania de renovares a casa a horas de descanso, são uma bênção, pois sei, meu amor, que vens aí a espernear e a lutar contra todas as adversidades.

Amo-te!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sempre me disseram que eu tenho uma alma velha e a verdade é que, por vezes, eu também concordo, quer sejam por gostos musicais, gostos de atitudes, de arquitectura, decoração...

Imagino-me no campo, perdida numa cabana qualquer, a passar o meu tempo a ler e a escrever longos diários, à espera de alguém que me venha visitar. Imagino-me como exploradora de novos mundos, a marcar território numa América fantástica, junto ao mar, a construir uma casa de madeira e a pensar como aquela casa terá de ser herança para toda a família que irei criar. 

Imagino-me numa África mágica, em tempos colonialistas, a criar uma pequena fazenda com as minhas próprias mãos, a lutar contra a invasão das minhas hortas por elefantes inconvenientes... A combater a incompreensão, a ignorância, a construir um futuro sólido e sem explorações, onde todos possamos beneficiar das belezas e riquezas infindáveis do Velho Continente Mãe (e não falo da Europa, que essa veio muito depois).

Mas hoje, apercebi-me de que tenho uma alma velha, simplesmente porque ao ver estas fotografias enquanto procurava inspiração para o quarto do meu Guilherme Alexandre que está para vir, achei estes espectaculares e perfeitos.











terça-feira, 16 de abril de 2013



Com este sol de Primavera e temperatura tão amena, fiquei de novo com vontade de cozinhar e de o fazer com prazer. Com a mesa posta na varanda (já que ainda não tenho terraço nem quintal...sniff), o cardápio vai incluir: 

Tostas com requeijão de Seia, Costeletas Mistas grelhadas com molho de pimenta e Arroz Primavera, acompanhada por uma salada de alface e agrião com laranja (para mim que ele não toca), e para finalizar uma taça de morangos com banana com chantilly para ele e molho iogurte para mim! 

Fica a sugestão!

quarta-feira, 10 de abril de 2013


O que eu não dava para ter um pátiozinho simpático como este, já é bem maior que a minha varanda...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Parabéns meu lindo Guilherme, fazes hoje 25 semanas dentro da minha barriguinha e já és um ser humano quase completo. Os papás adoram-te!


sexta-feira, 1 de março de 2013

Não sei bem porquê, mas hoje de manhã recordei-me deste excerto do All That Jazz de Bob Fosse. Uma vez tentámos recriar este número, com algumas alterações de forma a que miúdas adolescentes podessem dançá-lo no espectáculo de Dança Jazz, mas infelizmente, nem com as alterações nos foi permitido... porque será?!




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Como todos os que me seguem sabem, eu estou a morar no momento em S. João da Madeira e tenho estado a adorar esta experiência que já dura há mais de 3 anos.

No outro dia, estava eu a dar a minha caminhada, quando vi um grupo de gente a acumular-se numa determinada zona  (Paços da Cultura), que eu, por mero acaso, sabia que ia ser palco de uma visita do Ministro da Economia.

Como ainda faltava algum tempo para a dita intervenção ter início, estranhei, pelo que me aproximei de uma das pessoas que se juntavam e perguntei o que se estava a passar.

Eu - O que se vai passar aqui?
Manife - Vamos cantar a Grândola para o pulha do gajo do governo que aí vem...
Eu - Ah! - tentei assimilar as palavras enquanto vejo mais uns quantos a chegar num carrinha de daquelas que leva para aí umas dez pessoas lá dentro e que estavam a tirar uns cartazes da bagajeira. - E qual dos gajos do Governo é que aí vem?
Manife - Se queres que eu te diga, nem sei, mas também não importa e não, pois são todos da mesma laia.
Eu - E fazes ideia que regras é que estás a contestar, ou que medidas concretas é que o tal tipo do governo quer impor, para estares a pedir demissão do gajo?
Manife - É pá, tu és da direita, não venhas para aqui deitar veneno. Nem defender os gajos.
Eu - Longe de mim, não estou aqui para defender seja quem for, nem tenho nada a haver com isto, apenas estou a tentar perceber, o que vocês têm.
Manife - Não é lógico? Todos sabem que isto está uma merda, eu não tenho emprego e pediram-me para vir para aqui ajudar... Não tinha nada para fazer e vim, depois vamos todos beber uns copos, que isto não deve durar muito, até duvido que nos deixem entrar.
Eu - Portanto não sabes bem o que estás a contestar?
Manife - Não, apenas acho que é o meu dever não ficar calado.

Aquilo ficou a remoer no meu pensamento e algumas palavras e frases soltas começaram a assumir contornos que poderiam levar a um discurso que me levaria a um cenário aonde não ficaria favorecida, por isso, decidi despedir-me, mas sem antes me lembrar de mais um pormenor.

Eu - Ao menos sabes a letra da música? - ele riu-se com gosto
Manife - Sei algumas partes, no meio da confusão nem se nota.
Eu - Então boa sorte  -  e comecei a andar, mas como ele ainda disse:
Manife - Boa sorte com a canalha que aí vem! (para quem não perceber a gíria, estava a desejar-me sorte para a criança na minha barriga).
Eu - Vais precisar mais do que eu... - Ele olhou-me de esguelha e terminei - Portugal precisa de mais carneiros, como vocês. - e fui o quanto antes embora.

Infelizmente não estava a falar do signo.



“Abandonamos o papel de vítima no momento em que voltamos 
a ser nós mesmos. Alegramos-nos com a singularidade das nossas 
características diferenciadas, mas também apreciamos as 
qualidades que compartilhamos com o resto da humanidade. A nossa 
vida não é regida exclusivamente pelo que os outros esperam 
de nós, mas sobretudo por aquilo que nós consideramos importante.”

– KHALEGHL QUINN
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