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quarta-feira, 3 de agosto de 2011


Não quis saber! Ontem quando eu e o Fi chegámos a casa pusemos as mãos à obra e começámos a montar a mesa e as cadeiras que eu tinha comprado para a varanda.

Eu não sei se isto acontece com vocês, mas assim que eu começo a fazer qualquer coisa que merece a minha atenção, o meu telemóvel, que até é um aparelho com pouco uso e que espaçadamente o oiço tocar, começa sempre a vibrar e a produzir um som que tem como efeito chamar-me a atenção para uma chamada.

Também ontem foi assim! Andava eu e o Fi à volta de um parafuso teimoso que não queria por nada entrar e atarrachar na porquinha que lhe estava destinado e tive de atender uma chamada que merecia toda a minha atenção, pois desde que me mudei para o Norte, as chamadas com o meu melhor amigo, tornaram-se cada vez mais raras e espaçadas no tempo.

Então enquanto falava com o meu melhor amigo sobre as novidades e coscuvilhices, continuava a ajudar o meu marido a montar a mesa teimosa. A meio da chamada a mesa lá ficou de pé, linda com as duas cadeiras, tal como havia imaginado, na minha varanda da sala. A chamada terminou e a vontade de fazer qualquer coisa para a inaugurar era grande de mais.

Coloquei uma vela de citronela no meio, o Fi abriu uma garrafa de vinho verde que estava geladinha no frigorífico (parece que lemos sempre o pensamento um do outro, não foi preciso dizer nada), os copos foram fazer companhia à vela enquanto aquecia uns restos que tinha no frigorífico e que precisavam ser comidos, antes de os ter de deitar fora.

Vesti um casaco de malha e lá fomos nós jantar à luz da vela num fim de dia de Verão tristonho e encoberto, com um vento fresco de calor esquisito, na mesa nova, comprada de propósito para aquela varandinha aconchegada da minha casa.

O jantar foram restos, mas estavam deliciosos, o vinho estava a estalar e a conversa, foi como sempre, muito boa!

Mesa inaugurada, com frio e tudo!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

… Que é que podia ser mais?! Para o Natal, é claro!

O frio já se faz sentir; os casacos e cachecóis, são uma realidade incontornável; os miúdos de manhã, quando vão para a escola já parecem uns esquimós; já se testam as luzes; já se ensaiam decorações; o cheiro das castanhas a assar nos carros da rua, já fica perdido na humidade fria do ar e alguns lares já se preparam para a grande festa da família.

Tenho que admitir que este ano foi complicado entrar no espírito, mas desde Sábado que a engrenagem foi iniciada e já estou em Modo Natal. Já comecei a preparar e organizar os jantares com os amigos e a marcar encontros para a escolha do amigo secreto.

Ah! Tu que sabes quem és, obrigada por cederes a casa para o jantar, assim juntamos toda a gente num dia só e poupamos três jantares de engorda em restaurantes, para podermos estar com todos!

No dia 1, o tradicional passeio a Sintra, já está combinado. Quero ver quem vai faltar este ano! No dia 8, montar as decorações, cujo tema é, este ano: Neve na floresta encantada. (aguardem pelas fotos). E depois, só falta mesmo acabar de comprar o que ainda não comprei e fazer os embrulhos

Sim eu sou daquelas loucas que desmancha os embrulhos das lojas e que gasta, por vezes, mais na embalagem do que no presente. A ideia é dar uma lembrança, demonstrar o quanto gosto e me preocupo com as pessoas e não, ficar sem dinheiro na conta.

30 dias para o Natal, a contagem decrescente começou!

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