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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

 

LouvorSupersonicoNão faço ideia se a historia, é ou não verdadeira, ou se a imagem apresentada corresponde à verdade sem manipulação, mas que seria um caso digno de tablóide, seria.

Quem me dera ter umas cunhas assim!

 

 

 

 

Vejam a história aqui:

http://joaobarbeita.blogspot.com/2010/01/como-arranjar-curriculo.html

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Não sei se vocês já se deram ao trabalho de reparar, que sempre que problemas e casos que envolvem o nosso Primeiro Ministro, chegam à comunicação social, existe também e em tempo real, um hastear de grandes bandeiras que têm de ser defendidas na Assembleia da Republica?

Há uns tempos atrás, durante o caso Freeport, foi a bandeira do Aborto, uma prioridade absoluta do governo: fazer, ou não referendo; aprovar ou não a lei. Agora que a corrupção e o desemprego estão à solta, aparece a bandeira do Casamento Gay, assunto prioritário para ser resolvido em início de mandato e à frente de tantos outros assuntos importantes e prioritários para a Nação.

Se virmos a coisa por outro prisma, sempre podemos supor que o Casamento Gay é prioritário, pois permitirá criar um novo nicho de oportunidades de emprego e desenvolvimento do empreendorismo no mercado: Afinal de contas, alguém terá que desenvolver e criar, usos e costumes para a realização das cerimónias. Creio que o Presidente da República, ficaria muito feliz, com tal desenvolvimento!

Até quando os eleitores portugueses, vão continuar a cair em tamanha manobra barata de marketing político? Até quando?!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

 

Hoje fui ao centro de saúde da minha área e fiquei gravemente preocupada, não pelo tempo interminável para ser atendida, não pela falta de profissionalismo dos assistentes administrativos, nem pela total desorganização de horários, por nada disso.

Fiquei preocupada porque em todos os lugares, supermercados e centros comerciais, existem dispensadores de desinfectante para as mãos, de forma a que as pessoas possam diminuir os riscos de propagação da gripe A, tal como dizem os cartazes espalhados por todos os lados, incluindo nos painéis de aviso do dito Centro.

No entanto, fui até ao quarto de banho e nem um sabão macaco, um sabão azul e branco, um vestígio que seja, de alguma coisa para lavar as mãos, que não a água.

Em cima da secretária do segurança, que fica em frente da porta  ao lado da máquina do café, o mesmo lugar onde os promotores farmacêuticos têm por hábito abancar arraiais, está uma folha A4 que diz:

Se pensa que tem gripe A, desinfecte as mãos e coloque a máscara, antes de se dirigir aos balcões.

Obrigado,

Eu por acaso vi a dita folha e por cima dela, um frasquinho de desinfectante e uma caixa com máscaras, mas apenas porque me apeteceu um café durante as quatro horas que ali passei e tive que furar por entre aqueles espécimes todos para conseguir um.

Estamos a brincar, certo?!

domingo, 27 de setembro de 2009

Todos sabemos que o povo português tem uma grande capacidade para a tristeza, para o destino, para a melancolia, enfim, para o Fado.

E todos sabemos que no fado, a dor e o espírito de sacrifício é glorificada,  e a forma heróica em como se suporta   as punições e as contradições da vida, são caminhos seguros para a santificação. Os que amam quem lhes bate, são considerados santos, pessoas de grande valor.

Cheguei à conclusão, que é impossível fugirmos desse código inscrito no nosso DNA e apenas isso explica o facto de os portugueses terem voltado a votar em alguém tão execrável, incompetente, autista e detestável, como o ainda e novamente primeiro ministro.

Existe um enorme lugar no céu, para todos os santos que existem em Portugal.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Nunca pensei vir a utilizar as palavras “Excelente trabalho jornalístico” e TVI, na mesma frase, mas eis se não quando, aqui estou eu a fazê-lo.

Ontem à noite, pude ver a melhor reportagem que vi nos últimos anos, na televisão portuguesa e sim, foi passada na TVI. Houve pesquisa, recolha de dados, havia um objectivo e respondeu-se a todas as perguntas base do jornalismo: Quem, Como, Quando, Onde e Porquê?

O tema foi o novo/antigo ódio de estimação da Estação de Queluz de Baixo, o nosso pouco ilustre Primeiro Ministro e, por associação de ideias e com algum esforço de memória, cheguei à conclusão que as televisões de hoje, só prestam verdadeiro serviço público, quando se carrega nos botões certos. Deve ser um problema, ou consequência das novas tecnologias: com tanto botão para carregar e menus tão variados, torna-se complicado acertar.

No entanto, é complicado apenas para nós, meros mortais, porque para o Sr. Sócrates (porque ainda não estou convencida que seja Engenheiro e por uma questão de respeito por todos aqueles que fizeram o curso como deve ser), a coisa foi simples e rápida como o totoloto. O Sr. Primeiro Ministro, farto do jornalismo da tanga e cheio de lugares comuns do José Alberto Carvalho e Judite de Sousa da RTP1, decidiu que estava na altura de ver os jornalista fazerem o seu trabalho como deve ser e disse, na entrevista dada ao canal do estado:

"O noticiário da TVI à sexta-feira não é um telejornal, é uma caça ao homem, é um jornal transvestido."

Foi o botão certo e o resultado, o que se viu ontem à noite depois do telejornal.

Obrigada Sr. Sócrates. Eu já havia perdido a esperança no jornalismo nacional e você mostrou a todo o país, que eu estava errada.

Obrigada!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Fui hoje acordada por esta notícia e logo, logo, lembrei-me da voz da minha avó a gritar, “Oh da Guarda, Oh da Guarda! Agarrem que é gatuno!”. Numa outra fase qualquer, haveria uma Iris a bradar aos céus e a gozar com a hipocrisia do Sr., mas essa é uma Iris idealista e feliz, que vê no “Ambiente e Ar mais Puro”, batalhas dignas de esforço e dedicação. Contudo, esta outra Iris, mais crítica e cansada, acha sinceramente, que no meio de tantos actos públicos perigosos do nosso Primeiro Ministro, o de fumar num avião fretado, apenas colocou em perigo a ele e àqueles que optaram por partilhar o “crime”, sem tomarem qualquer tipo de iniciativa. (Quem me dera que sempre assim fosse!) É que: No meio de um acordo ortográfico, que coloca o meu querido Português, no papel ingrato de prostituta de luxo, oferecida como extra, numa qualquer transacção comercial e política; No meio de um país onde a inflação real, não pára de aumentar; No meio de um país onde a maioria das pessoas com ordenado mínimo, não têm condições para alugar um tecto condigno, quanto mais comprá-lo; No meio de um país, onde os jovens continuam a trabalhar sem contrato, a recibo verdes e afins; No meio de um país onde os hospitais fecham, enquanto outros, já sobrelotados, enchem-se de camas ocupadas por causas sociais; No meio de um país onde a educação é uma anedota tal, que dá títulos a quem ainda não os merece e No meio de um país onde médicos e outras profissões, supostamente bem pagas, recorrem ao Banco Alimentar; um pseudo engenheiro que por um perverso sentido de humor do universo chegou a 1º Ministro, ter fumado num avião, não me parece sequer digno de uma nota de roda pé. Mas quando não existe uma oposição decente, capaz de dar notícias que superem a importância desta, então eu desejo que o Sr. Sócrates farte-se de fumar, que fume o suficiente para que o imposto sobre o tabaco se torne auto-suficiente para a diminuição do défice e permita a baixa do imposto sobre o combustível; que fume o suficiente para provocar a si mesmo, uma qualquer deficiência respiratória, que limite o seu jogging publicitário, para que não tenha que o ver de novo de calções; que fume o suficiente para o ver ser atendido pelo nosso sistema de saúde público (como se isso alguma vez acontecesse!); que fume o suficiente para perder a voz, para que outras que tentam fazer-se ouvir, sejam finalmente audíveis e que o reinado do Sr. “Engenheiro” Sócrates, termine de vez.
Talvez seja só eu...
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