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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Um dia destes, um colega da Bologosfera escreveu um post onde colocava apenas uma onomatopeia que representava o som de um relógio, ou seja: TicTac... TicTac… TicTac.

Por brincadeira, perguntei-lhe se se tratava de um novo tipo de tortura, ao que ele me respondeu: 

«O tempo só é tortura para quem não tem mais que fazer ao tempo. - piloto automático»

Raios partam o rapaz! Obrigou-me a pensar em algo mais profundo do que eu esperava duma simples brincadeira. Mas pronto, o Tico e o Teco lá raciocinaram os dois e o pensamento aflorou-se confuso, tal como aqui descrevo.

O tempo para mim é sempre uma tortura. É uma tortura quando tenho que lhe fazer, (pois parece nunca haver tempo para fazer tudo o que tenho para fazer), e é uma tortura para quando nada se tem para fazer e não se pode fazer o que se tem de fazer, ou se quer fazer. Confuso?! Hummm….


Seja como for, o tempo é tortura... da chinesa!

Mas eu estava mesmo a falar é do som, odeio ouvir o tempo a passar e eu muitas vezes parada sem poder andar.


terça-feira, 20 de setembro de 2011



E se eu mudasse o aspecto do meu blog?!

Ando com vontade de renovar e mudar a decoração da casa fica muito caro... talvez esteja numa fase mais "Steampunk".


Gosto muito desse estilo, faz muito parte da minha personalidade: moderno, futurista, mas com um jeitinho antiquado, romântico, estilizado.


Talvez seja a idade a pesar.



segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DSCF0769… seria não poder dizer o que penso. 

Ficar com ideias presas a matutar, a saltar à corda de saltos altos no sótão da minha cabeça, é uma tortura digna de filme de guerra, ou da Santa Inquisição.

Graças a Deus que inventaram os blogs!

terça-feira, 26 de maio de 2009

O que haverá na imagem de um Vampiro que me fascine tanto, bem com a uma boa parte da população Mundial?! Basta ver os resultados de bilheteira do Blade, do Entrevista com um Vampiro, Underworld, Crepúsculo, Drácula, ou então do sucesso das séries televisivas Buffy, Moonlight, Angel, True Blood… Já para não falar da literatura.Angel Poster

 

Será o facto de eles serem seres mais ligados aos seus instintos, ao seu lado animal, o facto de serem quase imortais, por serem um género de máquina do  tempo, por serem seres torturados  em constante batalha interna, por invariavelmente se apaixonarem por humanos, por poderem fazer o que querem?!

Na realidade sempre que tenho que explicar um vampiro, não consigo evitar associar a imagem a uma sanguessuga, mas depois penso em todas as minhas recordações sobre o assunto e não consigo evitar fascinar-me de novo. Deixar-me seduzir, tentar compreender e sobretudo, dar um pouco de colinho a uma destas criaturas.

Têm sempre um aspecto tão desesperado.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

4453046-lgAo ler uma mensagem de um blog que já não existe, num blog que sigo, fiquei com vontade de dissecar esta dicotomia do ser humano, ou pelo menos, em mim. Sobretudo depois de ter respondido a um comentário aqui no meu blog hoje.

Depois de ter pensado melhor, de ter passado em revista os meus actos e atitudes perante a vida, nos últimos anos, cheguei à conclusão que  recuso-me a criar expectativas, mesmo quando estou encantada por algo. E porquê?! Porque desta forma, evito o desencantamento, arriscando apenas o desinteresse.

Creio que são formas de se estar na vida, no palco, no mundo, com os outros. A verdade é que cada um procura a felicidade da forma como a vê e, como tal, actua de acordo com essa visão. Se para alguém algo de positivo é sempre seguido de algo negativo, também vê na felicidade algo com prazo de validade e que, inevitavelmente, acabará com o inverso, ou seja, se se encanta, também se desencantará. Eu não o vejo assim. Não vejo obrigatoriedade neste jogo de contrários, de antagonismos. Acho que viver no intermédio, sabendo que as coisas podem não ser eternas, mas que enquanto duram, são verdadeiras e que ficarão agarradas em nós para sempre, é uma boa forma de se estar.

Não creio, no entanto, que isso seja reflexo da busca pela felicidade, até porque na realidade, nos dias que correm estamos mais preocupados em sobreviver do que em viver, ou procurar seja o que for, pois não há tempo. A felicidade, e/ou infelicidade, é assim, consequência directa dos actos aleatórios. É um reflexo da experiência, que tal como as nossas, é muito própria e apenas para nós faz sentido.

Assim, ao contrário do que o bloguista Piloto disse, eu não tenho pena de ninguém, pois se continuam a tentar, é sinal que ainda vivem e que lutam por algo que se venha a assemelhar à felicidade, ou ao encantamento perpétuo, mesmo quando este não é a causa maior das suas vidas e apenas sua consequência.

Fará isto algum sentido?

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