«Permiti-me entretanto que dê um conselho ao meu futuro ou actual leitor, que seja efectivamente melancólico: Não deve ler os sintomas ou os prognósticos na parte seguinte, para não ficar perturbado e não extrair deles afinal, mais mal que bem, aplicando o que ler a si próprio... como o faz a maior parte dos melancólicos.»

R. Burton, Anatomy of Melancholy, Oxford, 1621, Introdução

Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Os Caça Plágios

Os caça Plágios

Ao ler um artigo do Sábado (aqui) fiquei a remoer um pouco sobre a realidade das pessoas como o Sr. Luís Rainha, que se dão ao trabalho de fazerem esta caça às bruxas, ou melhor dizendo, aos textos fantasmas, ou melhor, ao plagiadores.

Não é que o trabalho deles não seja útil, porque é! O plágio apesar de ser uma forma de elogio para alguns, é também uma forma de utilizar o valor dos outros em nossa prol. No entanto fico sempre com aquela dúvida se por acaso, estas pessoas não fazem este género de caça, simplesmente, porque na impossibilidade moral de plagiar e na total ausência de génio e inspiração, não se refugiam neste tipo de acção, como forma de satisfazerem o ego e terem algo para dizer e escrever?!

2 Ideia(s):

entremares disse...

" A inspiração é uma amante traiçoeira, quando vem é avassaladora, mas passa muito tempo ausente."

Pronto, isto é um plágio. Mas perdoe-me, porque esta frase que escreveu, num comentário do blog do Jorge, serviu para o inicio da minha história do entremares.

Mas a frase diz tudo o que eu prentendia. Espero que aprecie a história.

Um bom fim de semana.

Iris R. Costa Barroso disse...

Como disse noutro lugar:

A fronteira que separa o plágio da simples inspiração, é muito ténue.

Um abraço e bem vindo!

Obrigada!

Obrigada por ter perdido tempo a ler estes pensamentos que habitam comigo diariamente na minha mente e que de alguma forma sinto necessidade de partilhar.

Espero que tenha tido oportunidade de partilhar alguns dos seus também.

Volte sempre.